Pois é... a falta de inspiração me consomem!!!! O jeito é postar o texto de um gato ae...
Em uma tarde de junho, os céus estavam sem seu esplendor ; cercado
por uma nuvem negra de rancor gerado pela civilização. As ruas
ecoam com o som alto e sincronizado do marchar de inúmeras pessoas;
braços são erguidos; gritos são ouvidos de longe; faixas são
erguidas.
O monstro espreita com armas; armas que sopram fogo
de boca prateadas; armas que quebram ossos com sua couraça transparente.
As
pessoas não temem o choque das garras negras batendo em um ritmo
único contra a couraça. O monstro não teme o clamor de incomensuráveis
vozes caminhando em sua direção, e em resposta os golpes contra
a couraça aumentam a força, causando assim o inicio de um embate
visual.
De um lado uma causa a ser defendida do outro aqueles
que julgam que a ordem deve ser mantida; a visão dos oprimidos
se debate com o reflexo da armadura negra do monstro que em nenhum
momento demonstra ter medo ou ate mesmo arrisco em dizer se
algum dia chegou a sentir alguma emoção ou sensação. Não sei
dizer se foram segundos ou se foram seculos que esse embate durou,
mas sei dizer com certeza quem começou o massacre, do coração
da fera um sopro de fumaça branco cruzou o céu causando dor e
desgraça naquelas que o encaravam. Em resposta uma luz dourada
corta o mar cinza, vindo do coração de uma multidão enraivecida,
batendo contra o muro da imponência causando assim uma reação
em cadeia.
O Monstro corre em direção ao povo que não foge,
ao contrario avança e percorre o espaço em uma velocidade surpreendente
se de gladiando contra o opressor. A chuva começa mas nada muda;
pessoas continuam gritando; ossos continuam quebrando; a fumaça
branca continua pairando e tirando o equilíbrio desse confronto.
Meu
ultimo movimento naquele momento foi acender a raiva que eu possuía
em uma garrafa de Jack preenchida com álcool e atira-la contra
a mutação que chamam de estado. A garrafa estoura contra o escudo
engolindo uma parte do monstro em chamas; chamas da raiva que
ficou acumulada durante anos de repressão; chamas do fulgor de
uma sociedade que precisa de ajuda; chamas de um um único espirito
um único movimento. A mascara que cobre meu rosto e arrancada
com um golpe quase decapitador ... meu corpo cai se destruindo
contra o solo, golpes vindos de diversas partes acertam ... sinto
o sangue quente deixando meu corpo ... o frio me toma.
Minha
mente vagueia em meus últimos suspiros de vida, vagueia sobre
o fim dessa guerra, vagueia sobre um resultado, vagueia sobre
minha esposa que deixei cuidando de meus dois filhos, vagueia
sobre o que eu fiz e me pergunto se realmente valeu a pena.
Rafael
sábado, 4 de abril de 2009
Texto do Rafael
Postado por Iara Mills às 02:07 0 comentários
Marcadores: texto do Rafael
sábado, 28 de março de 2009
Meia - Estação
Não gosto de meias estações, o vento é frio, o sol muito quente... Vento agradável é somente aquele de topos de montanha, aquele que nos faz respirar mais fundo, que nos trás sensação de liberdade, que nos faz querer gritar, a fim de transbordar aquela insegurança, o nervoso, soltar os sapos engolidos.
Gosto do frio, ele nos traz conforto, as pessoas são mais elegantes, nos deixa com vontade de não sair da cama de manhã, mas aquele vento frio da manhã nos revigora, trás o sentimento de uma vida mais leve.
O calor é quase insuportável, nos abafa, só é agradável acompanhado por uma cerveja gelada, na sombra e de preferência de óculos escuros!
Gosto da meia luz é misteriosa, agradável, não nos obriga a forçar os olhos como uma toupeira, evitando assim rugas posteriores!
Gosto do humor e do debate, gosto de contradizer, argumentar e gosto também de me sentir pequena, aspirando assim algo maior.
Não sou de meias palavras, sou do subentendido, do direto, das reticências...
“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”.
Postado por Iara Mills às 15:23 0 comentários
Marcadores: outono
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Fim de ano

Mais um ano acabando e sempre a mensagem de paz, saúde, união... Não sou uma pessoa religiosa e a pouco tempo descobri a verdadeira origem do natal, na verdade (segundo minhas fontes) , a festa era uma comemoração pagã em comemoração ao solstício de verão que coincide praticamente na mesma data, era uma comemoração a fertilidade, a vida de modo geral que com a chegada do verão possuia um significado maior, ai então por uma sacada de algum Papa, que percebendo que os pagãos não parariam de comemorar esta data resolveram dizer que o chefe religioso nesta data havia nascido e funcionou! a mensagem em geral continuou a mesma uma festa em comemoração a vida. O que acontece nos dias atuais é que este significado perdeu muito o seu valor, atualmente se almeja o natal pelo consumismo, pelos presentes, e temos em muitos lares a união falsa e forçada das famílias que por convenção acham que precisam se dar bem nesta época do ano.
Postado por Iara Mills às 13:25 1 comentários
domingo, 30 de novembro de 2008
Sociedade Brasileira, a vergonha nacional
Postado por Iara Mills às 10:26 0 comentários
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
o papel da mídia
O cigarro é um dos mais condenados, por passar a imagem de um usuário irresistivel, fora dos padrões, maravilhoso, não vemos maravilha em baixa oxigenação do sangue, cancêr de pulmão ou de boca e na impotência.
O álcool, transtorna o psico-físico do usuário, causa cirrose e outros maleficios ao fígado, além do fedor característico deste e do cigarro.
A gordura e a carne podem ser agrupados, causam hipertensão arterial, colestrol elevado, obesidade, alteração hormonal e diversas doenças cardiacas, além do fato que não estamos só nos matando, mas matando um ser vivo, muitas vezes de origem embrionária praticamente indêntica a sua.
Porém, o que mais choca é o fato de que a maioria destes produtos serem comercializados normalmente, sobre musicas contagiantes e imagens apetitosas, (já parou pra pensar em o quanto um lanche do mac' é fotogênico?)
Logo, o consumo deve ser precedido por uma análise, ser compulsivo ou corriqueiro pode estar colocando em risco sua saúde em troca de uma publicidade bem feita.
Postado por Iara Mills às 02:34 0 comentários
Marcadores: discussão
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Candy
Postado por Iara Mills às 01:53 0 comentários
Marcadores: music
sábado, 4 de outubro de 2008
6 ou meia duzia?
Aqui em Caieiras as eleições minicipais tem três candidatos fortes, dois são 6 e meia dúzia, vivem com briguinhas entre si mas um tem o plano de governo do outro, ambos com obras faraonicas que teoricamente seria ótimo mas, sinceramente há uma grande dúvida sobre a realização das mesmas, mesmo dentre estes tem um em quem eu não voto de jeito nenhum, conheço o filho dele, tem idéias corruptas e conhecidos meus conhecem o próprio e também tem a mesma opinião negativa, o outro é de uma certa confiança a mais mas acho que é farinha do mesmo saco, durante toda a campanha houveram pequenos escandalos, uns dizem que houve troca de votos por cestas básicas, reformas em casa e preenchimento de formulários em troca de grana por parte de um candidato, o povo de caieiras é tão largado de sua câmara que aceita de bom grado os "santinhos" eleitorais, temos os jornais vendidos que defendem certos candidatos e ficam gerando verdades incontestáveis, se o governo fosse satisfatório não seria necessario "dar um jeitinho", o outro dizem que distribuiu brinquedos, golpe velho de beijar criancinhas, e participaram de uma inauguração de escola, é muito difícil acreditar que seres envolvidos em escânlos irão realizar um trabalho satisfatório, o terceiro candidato eu não conheço muito bem mas, tem um plano de governo muito mais simples e funcional que realmente prioriza a população, espero que a população esteja ciente de sua escolha, já que a cidade esta depedrada, e as famílias antigas, com exceção das que não estão nas "tetas do governo", estão saindo de Caieiras, eu mesma vou prestar vestibular o mais longe possível, mas fico realmente chateanda de saber que a cidade em que nasci não melhorou nada nestes últimos 18 anos que estou viva...
Postado por Iara Mills às 11:24 2 comentários
